Foi confirmada nesta quarta-feira a morte cerebral do
ex-goleiro Max, de 42 anos, que defendeu o Botafogo entre 2002 e 2007. O atleta
estava internado havia um mês no Hospital da Lagoa, após sofrer um edema
cerebral, e foi submetido a exames para comprovação de atividade neurológica,
mas não houve resposta.
A morte cerebral foi confirmada pelo doutor Haroldo
Chagas, responsável pelo atendimento de Max. Pouco depois, o Botafogo soltou
uma nota de pesar.
“Max foi goleiro do clube de 2003 a 2007, conquistando o Campeonato Carioca de 2006. Querido por todos, sempre foi um ótimo profissional e um exemplo como homem. O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos. Haverá um minuto de silêncio antes da partida contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira”, escreveu o clube carioca em trecho do comunicado.
Max teve o edema 20 dias depois de sofrer uma tentativa de
assalto no Rio de Janeiro, no qual os criminosos atingiram seu veículo. Os
médicos não detectaram ligação entre a batida de carro e o edema cerebral, que
teria sido causado por uma doença autoimune.
Max começou a carreira no Portuguesa da Ilha do Governador e
passou por clubes como Bangu e América-RJ antes de chegar ao Botafogo, onde
atuou em 85 partidas e foi campeão carioca de 2006. Defendeu o Vila Nova em
2008 e 2010, com passagem pelo Itumbiara em 2009. Foi campeão da série C do
Campeonato Brasileiro com o Joinville, em 2011, e encerrou a carreira no Gama,
dois anos depois.
Redação com Agências
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