Carlos Portinho e Carlos Jordy são eleitos ao Senado pelo Rio de Janeiro.
As eleições de 2026 levarão a disputa pelo governo estadual ao segundo turno em 7 Estados. Com a conclusão da apuração do primeiro turno neste domingo (04/10), eleitores terão de voltar às urnas em 25 de outubro para escolher entre os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação.
Fato é inédito em eleições desde 1989, quando eleições presidenciais passaram a seguir as regras atuais, estabelecidas pela Constituição editada em 1988. Pleito que mais se aproximou da marca foi o de 2010, com 18 definições.
Estados que terão segundo turno:
No Rio de Janeiro, os candidatos Douglas Ruas e Eduardo Paes avançaram para segundo turno. Segundo apuração oficial da Justiça Eleitoral, atual presidente da Alerj saiu na frente com 49,27% dos votos válidos contra 42,76%.
Apesar do segundo turno previsto, a condição de sub judice da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) pode mudar o cenário. Os 274.298 votos, cerca de 3,17%, ficam fora do total de votos válidos enquanto prevalecer o indeferimento do registro. Caso o TSE considere votos nulos, as porcentagens serão recalculadas.
A eleição abre novo capítulo de uma campanha que chegou à reta final com Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) nas duas primeiras posições numéricas das principais pesquisas.
Senado
Os candidatos ao Senado, Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, foram eleitos neste domingo (04/10) senadores pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. Os dois candidatos conquistaram as duas vagas destinadas ao Estado no Senado e terão mandato de oito anos, de 2027 a 2035.
A disputa fluminense teve entre os concorrentes o senador Carlos Portinho (PL), que buscava a reeleição, os deputados federais Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (Republicanos) e Pedro Paulo (PSD), além da vereadora Mônica Benício (Psol).
As duas cadeiras colocadas em disputa eram ocupadas por Portinho e Flávio Bolsonaro (PL), cujos mandatos terminam em 2027. Portinho assumiu o cargo em 2020, após a morte do titular, Arolde de Oliveira, eleito em 2018. Flávio não disputou a reeleição ao Senado e concorreu à Presidência da República.
A confirmação dos eleitos define os dois representantes do Rio de Janeiro que se juntam a Romário, atualmente sem partido, no Senado a partir de 2027. Reeleito em 2022, ele tem mandato até 2031. O resultado representa renovação parcial das cadeiras colocadas em disputa neste ano.
Fato é inédito em eleições desde 1989, quando eleições presidenciais passaram a seguir as regras atuais, estabelecidas pela Constituição editada em 1988. Pleito que mais se aproximou da marca foi o de 2010, com 18 definições.
Estados que terão segundo turno:
- Amazonas
- Acre
- Tocantins
- Distrito Federal
- Ceará
- Espirito Santo
- Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, os candidatos Douglas Ruas e Eduardo Paes avançaram para segundo turno. Segundo apuração oficial da Justiça Eleitoral, atual presidente da Alerj saiu na frente com 49,27% dos votos válidos contra 42,76%.
Apesar do segundo turno previsto, a condição de sub judice da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) pode mudar o cenário. Os 274.298 votos, cerca de 3,17%, ficam fora do total de votos válidos enquanto prevalecer o indeferimento do registro. Caso o TSE considere votos nulos, as porcentagens serão recalculadas.
A eleição abre novo capítulo de uma campanha que chegou à reta final com Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) nas duas primeiras posições numéricas das principais pesquisas.
Senado
Os candidatos ao Senado, Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, foram eleitos neste domingo (04/10) senadores pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. Os dois candidatos conquistaram as duas vagas destinadas ao Estado no Senado e terão mandato de oito anos, de 2027 a 2035.
A disputa fluminense teve entre os concorrentes o senador Carlos Portinho (PL), que buscava a reeleição, os deputados federais Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (Republicanos) e Pedro Paulo (PSD), além da vereadora Mônica Benício (Psol).
As duas cadeiras colocadas em disputa eram ocupadas por Portinho e Flávio Bolsonaro (PL), cujos mandatos terminam em 2027. Portinho assumiu o cargo em 2020, após a morte do titular, Arolde de Oliveira, eleito em 2018. Flávio não disputou a reeleição ao Senado e concorreu à Presidência da República.
A confirmação dos eleitos define os dois representantes do Rio de Janeiro que se juntam a Romário, atualmente sem partido, no Senado a partir de 2027. Reeleito em 2022, ele tem mandato até 2031. O resultado representa renovação parcial das cadeiras colocadas em disputa neste ano.
*Redação com Agências.







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