OAB-RJ questiona plataforma desde 2025
A atuação da entidade contra o site começou em abril de 2025, quando a Comissão dos Juizados Especiais Estaduais publicou uma nota de repúdio à comercialização das petições. No dia 30 daquele mês, a OAB-RJ conseguiu uma liminar da 27ª Vara Federal do Rio que determinou a suspensão das atividades da plataforma e a retirada de conteúdos publicitários sobre os serviços.
Em maio, a Justiça fixou multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da decisão. Também determinou a remoção de publicações que divulgavam a plataforma nas redes sociais e no WhatsApp.
Decisão favorável ao serviço foi parar no STJ
Posteriormente, uma nova decisão permitiu que o Resolve Juizado continuasse funcionando. A OAB-RJ recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), pedindo a suspensão dos efeitos da decisão argumentando que a atuação da plataforma configurava exercício ilegal da advocacia e colocava em risco a ordem pública e a cidadania.
Com a decisão mais recente do TRF-2, a entidade conseguiu impedir a oferta e a comercialização das petições automatizadas.






Postar um comentário
Para serem publicados, os comentários devem ser revisados pelo administrador.*