Cardoso Moreira está na nova Diretoria da IGR Costa Doce e retoma articulação regional do turismo

Cardoso Moreira está na nova Diretoria da IGR Costa Doce e retoma articulação regional do turismo

A Instância de Governança Regional (IGR) Costa Doce avançou em seu processo de reestruturação com eleição da nova composição responsável pela articulação turística entre Campos, São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e São Fidélis .


Toda a nova composição reúne os secretários de Turismo de cinco municípios para a reestruturação da IGR. Campos assumiu a presidência, enquanto Cardoso Moreira ficou com a vice-presidência. São Fidélis será responsável pela secretaria, e São João da Barra e São Francisco de Itabapoana integram o Conselho Executivo.

Fernanda Campos, secretária de Turismo de Campos e presidente do IGR, destacou o avanço da reestruturação. “A IGR Costa Doce deu um passo muito importante em direção à formalização da sua existência, buscando conformidade com o que preconizam as portarias estabelecidas pelo Ministério do Turismo”, afirmou. Segundo Fernanda, os próximos passos incluem a revisão documental, elaboração do Plano de Trabalho e inserção da IGR no Sismapa, plataforma federal que mapeia ações de turismo no país. “Saímos desse encontro fortalecidos enquanto região que possui um imenso potencial a ser vivido e explorado em múltiplos cenários”, completa.

A retomada da instância busca fortalecer a atuação conjunta dos cinco municípios, com uma agenda regional voltada à promoção dos destinos, à estruturação de produtos turísticos e à ampliação da representatividade da Costa Doce.

Integração regional

A reunião para a definição da representação da IGR teve a participação, além dos representantes das secretarias municipais de Turismo, do presidente do Costa Doce Convention & Visitors Bureau, Ricardo Menezes.

“A IGR existe desde 2019, mas nunca teve atuação ou relevância. Agora formalizada e atuante, trará novos horizontes para o turismo regional”, afirma Ricardo.

Ainda segundo Menezes, além da possibilidade de captação de recursos, um dos principais desafios é transformar os atrativos da região em produtos capazes de alcançar públicos de fora dos municípios.

“O mais importante é transformar nossos atrativos e equipamentos turísticos em produtos a serem vendidos além do território, além da construção do turismo receptivo. Todos ganham: poder público, iniciativa privada e população, com desenvolvimento e geração de renda”, destaca. *Com informações do JTV.


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