A maioria das cidades do estado do Rio de Janeiro não
avançaram significativamente no Índice de Progresso Social (IPS). Algumas
tiveram resultados de 2026 semelhantes aos de 2025. No Noroeste Fluminense, Italva
com 65,00 ficou na frente de Cardoso Moreira (61,37). Já Aperibé perdeu
pontuação, de 66,18 pontos em 2025 para 63,94. Ainda assim, Aperibé aparece
como melhor resultado da região e a 20ª colocação no estado. Os dados de 2026
foram divulgados nesta semana pela plataforma IPS Brasil.
No Rio de Janeiro, apenas a região Sul Fluminense aparece
destacada, enquanto outros municípios registram boas pontuações de forma
isolada em sua região, como Nova Friburgo e Teresópolis, na Serra, e Rio de
Janeiro e Niterói, na Região Metropolitana.
O Progresso Social foi definido por um grupo de
especialistas acadêmicos como “a capacidade da sociedade em satisfazer as
necessidades humanas básicas, estabelecer as estruturas que garantam qualidade
de vida aos cidadãos e dar oportunidades para que todos os indivíduos possam
atingir seu potencial máximo”. A partir desse conceito, o IPS Brasil é
formulado com base em dezenas de indicadores divididos em três dimensões:
Necessidades Humanas Básicas; Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
Desenvolvido por meio de uma parceria entre o Imazon,
Fundação Avina, iniciativa Amazônia 2030, Anattá, Centro de Empreendedorismo da
Amazônia e Social Progress Imperative, o IPS Brasil é baseado exclusivamente em
dados públicos e atualizado anualmente. A ferramenta permite acompanhar
tendências e medir a efetividade de políticas públicas em tempo real.
Diferentemente de índices econômicos como o PIB (Produto
Interno Bruto) e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o IPS mede diretamente
resultados sociais e ambientais, funcionando como bússola para gestores
públicos, investidores sociais e organizações da sociedade civil.
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