Sócios da Megaupload ganham liberdade na Nova Zelândia
Após a recusa do pedido de fiança do empresário alemão Kim Dotcom, a justiça da Nova Zelândia decidiu libertar nesta quinta-feira dois executivos da Megaupload, site acusado de pirataria.
O holandês Bram van der Kolk e o alemão Finn Batato tiveram os pedidos de soltura aceitos pelo juiz David McNaughton, que deve decidir na sexta-feira se põe em liberdade ou não o alemão Mathias Ortmann.
Segundo o juiz, os dois executivos que foram beneficiados não apresentavam tanto risco quanto Dotcom, que tem passaportes e cartões de crédito falsificados e acesso a fundos milionários, além da possibilidade de fuga com a esposa grávida.
De acordo com o advogado do dono do Megaupload, Paul Davidson, os bens dele foram congelados e os recursos, confiscados. Ele garantiu que o cliente não pretende fugir da Nova Zelândia com a esposa. O dono do Megaupload deve ficar preso até 22 de fevereiro, mas a Justiça dos Estados Unidos tem 45 dias para pedir a extradição de Dotcom e dos três executivos presos. O procedimento de extradição, no entanto, pode durar o tempo que a Justiça considerar necessário para concluir o caso.
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