Vigilantes da região entram no 3º dia de greve
Os vigilantes continuam em greve nesta sexta-feira (24) e a adesão é de 100%. A informação é do presidente do Sindicado dos Vigilantes nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense, Luiz Carlos Rangel da Rocha. Segundo ele, nenhuma empresa procurou o sindicato no dia de ontem para apresentar uma contraproposta. Sendo assim, as 52 agências bancárias nos municípios de Campos, São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, Itaperuna, Miracema, Bom Jesus do Itabapoana e Santo Antonio de Pádua permanecerão de portas fechadas. “Sabemos que dos transtornos que os clientes estão passando, mas nós estamos sendo obrigado a continuar o movimento, pois os patrões não apresentaram uma contraproposta”, disse.
Na tarde de ontem, cerca de 70 vigilantes se reuniram em frente à agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no Boulevard Francisco de Paula Carneiro, Centro, onde fizeram uma avaliação da greve e decidiram realizar outra passeata hoje para chamar a atenção da população e, até mesmo, dos patrões.
Luiz informou, ainda, que a Federação Estadual dos Vigilantes está apoiando a greve regional. “Dezesseis representantes da Federação vieram hoje (ontem) pra Campos para acompanhar de perto o nosso movimento e oito deles foram para Macaé para apoiar a greve na cidade, que deve começar amanhã (hoje)”, relatou.
Os vigilantes estão reivindicando reajuste salarial de 10% acima da inflação de 6,5%. “Os patrões dão aumento de 8%, mas na verdade reajuste é de 1,6% acima da inflação, e isso é um absurdo”, disse o presidente, esclarecendo que eles recebem R$ 8,80 de vale refeição por dia trabalhado, e a luta é para que este valor seja reajustado para R$ 15. “E as empresas descontam 20% do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), cujos descontos podem ser efetuados de 5% a 20%, mas elas vão ao teto. Estamos lutando também por um plano de saúde e a redução da carga horária”, concluiu.
Com informações da Rádio Itaperuna – AM
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Comentários:
28 de março de 2011 às 03:30 am
Bom Dia!!!
Acho que todo trabalhador tem mesmo que reivindicar seus direitos, como é o caso dos vigilantes, mais sem prejudicar outras pessoas. Os serviços essencias deveriam continuar funcionando, como o caso de pessoas como eu q estou pelo auxilio doença e que não possuo cartão. Tenho depressão recorrente grave e para poder receber todo mês é uma luta, já que minha doença está associada com Síndrome do pânico. Como este mês só consegui sair de minha residência agora dia 24 e assim mesmo estando a base de calmantes, fui informada que só poderia retirar o meu pagamento quando a greve acabasse. Acho um absurdo pq estou precisando comprar remédios que são controlados e não tenho um real, tendo o meu salario preso na agência em q recebo. Queria que os órgãos competentes tomassem alguma providência, pq como a gerente me informou so vou poder retirar o meu dinheiro quando houver o termino da grave e que se a grave levar mais um mês por exemplo, ficarei esse tempo sem dinheiro. Então queria saber como farei para comprar os meus remédios e pagar as minhas contas?
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