Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Joel Santana é oficialmente apresentado no FlamengoDjokovic desbanca Messi e leva prêmio Laureus de 2011Álvaro jura jamais revelar verdadeiro segredo de Tereza Cristina em Fina EstampaAdolescente chileno mostrará na Campus Party alarme de tremor que tuítaCecierj oferece18 mil vagas para o pré-vestibular socialPrivatização de aeroportos gera arrecadação de R$ 24 bi em leilãoOperação ‘Tapa Buracos’ e limpeza nas ruas de ItaperunaClássico: Flamengo e Botafogo empatam no EngenhãoDesvio na Rodovia BR-356 em Três Vendas deve ser concluído até o dia 11/02Motociclista supostamente ‘embriagado’ atropela pedestre em Itaperuna

Brasil espanta zebra com virada e levanta tri

29 de junho de 2009 Esportes

Luís Fabiano não teve clemência e conteve o ímpeto dos Estados Unidos, que abriram 2 a 0 no primeiro tempo contra a seleção verde-amarela. O camisa 9 empatou a final da Copa das Confederações com dois gols para, depois, Lucimar Ferreira da Silva escrever seu nome na conquista do tricampeonato do Brasil. O capitão Lúcio usou a cabeça e o coração para fazer 3 a 2 sobre a zebra norte-americana, que por muito pouco não passeou mais uma vez na África do Sul.

De forma damática, mas com muita raça, o Brasil venceu o ferrolho defensivo armado pelo técnico Bob Bradley nos Estados Unidos. Os norte-americanos venciam por 2 a 0 no intervalo, com gols de Clint Dempsey aos 9 minutos de jogo e Landon Donovan, aos 25. A reação verde-amarela foi construída toda no segundo tempo, a começar com dois gols de Luís Fabiano: o primeiro a 1 minuto e o segundo, aos 30. Aos 40, Lúcio fechou o placar e consolidou a virada.

Foi o tricampeonato do Brasil, que depois de tantas dificuldades consolidou a segunda vitória sobre os norte-americanos nas Confederações. Antes de levantar a taça depois dos títulos de 1997 e 2005, a seleção de Dunga alcançou vitórias por 4 a 3 sobre o Egito, 3 a 0 sobre EUA e Itália, 1 a 0 sobre a África do Sul e 3 a 2 na revanche contra a zebra dos Estados Unidos.

Luís Fabiano, além de conseguir o título para o Brasil, se sagrou também artilheiro das Confederações. Com cinco gols, média de 1 por jogo, o jogador do Sevilla cumpriu à risca os cálculos rabiscados antes da competição e terminou como o maior.

O jogo

Um verdadeiro cadeado trancou a passagem do Brasil para o ataque assim que o árbitro Martin Hansson apitou o início da decisão das Confederações. Com sete jogadores de branco bloqueando o meio-de-campo, a equipe trajada de camisa amarela e shorts e meiões azuis encontravam enorme dificuldade para ganhar espaço no gramado.

A única saída para o Brasil driblar esse ferrolho era acelerar a velocidade do passe e do ataque, especialmente pelas laterais. Pela direita, Maicon era quem mais se destacava, mas não vinha conseguindo direcionar os cruzamentos para os parceiros de amarelo. Gigante, o zagueiro Oguchi Onyewu usava a cabeça para afastar todo o perigo que rondava o gol defendido por Tim Howard.

Tranquilos na defesa, os norte-americanos ensinaram para o Brasil como deveria ser feito. Em uma jogada rápida pela direita aos 9 minutos, o lateral Jonathan Spector acertou um cruzamento para Clint Dempsey. O meio-campista se antecipou à marcação e desviou. Não acertou em cheio, mas o toque foi suficiente para jogar a bola longe do alcance de Júlio César. O goleiro brasileiro se estirou todo, mas apenas o pescoço e os olhos esticados alcançaram visualmente a bola, que morreu nas redes.

O Brasil aprendeu: se o meio estava bloqueado, as alas eram as alternativas. E as laterais do gramado permitiram duas boas jogadas: uma com Robinho pela esquerda e outra com Maicon, após receber passe de calcanhar de Kaká. Mas Howard era a segunda barreira a ser vencida.

Aos 25 minutos, o Brasil foi com tudo para o ataque em uma cobrança de escanteio. Maicon pegou mal na bola, que atravessou toda a grande área e caiu nos pés da zaga norte-americana. O meio-campo, agora, estava aberto: contra-ataque, 2 contra 2. Era a chave que os Estados Unidos precisavam para complicar e muito a situação brasileira. Charlie Davies disparou pela direita e rolou para a meia-lua, de onde Landon Donovan driblou Ramires e bateu firme, cruzado. Júlio César, de novo, nada pôde fazer.

A essa altura, os Estados Unidos se fecharam ainda mais. A seleção brasileira tinha vários problemas para sair jogando até mesmo em seu campo de defesa. Eram 11 marcadores vestidos de branco. Apenas jogadas com chutes de muito longe ou velocidade pelas laterais davam um alento. Howard fazia questão de frustrar todos os ataques, com um excelente posicionamento.

Reação

Foram precisos 15 minutos para o Brasil se reestruturar. Depois que a bola rolou no segundo tempo, o que não foi feito em 45 minutos saiu em 30 segundos. Jogada rápida pela direita, Maicon encontrou Luís Fabiano na área. O camisa 9 girou sobre a marcação de Jay DeMerit e bateu firme e forte, rasteiro: gol brasileiro. A vantagem das zebras diminuía para 2 a 1. A velocidade do lance impediu que a barreira branca se formasse.

Por uma vez em uma hora de jogo, o Brasil conseguiu acertar jogadas aéreas aos 13. Após cobrança de escanteio, Lúcio cabeceou firme e Howard espalmou. Dois minutos depois, Kaká cabeceou no travessão e Howard tirou a bola de dentro do gol. Os auxiliares não viram o gol que daria o empate ao Brasil.

Uma grande chance apareceu para Luís Fabiano aos 25 minutos do primeiro tempo. O capitão Lúcio saiu da defesa, avançou ao ataque e lançou o camisa 9, que foi parado pela muralha Howard na hora do chute. Aos 30, porém, o Fabuloso conseguiu empatar. Depois de Robinho desviar cruzamento no travessão, o centroavante apareceu na pequena área para igualar o marcador, de cabeça.

O gol que selou o tricampeonato do Brasil nas Confederações surgiu aos 40 minutos. Elano bateu escanteio da direita e encontrou a cabeça de Lúcio, que finalizou com força para fechar a partida. Antes de morrer nas redes, a bola bateu na trave. O capitão, pentacampeão mundial em 2002, não conteve a emoção. Chorou depois do gol e do apito final.

África do Sul perde para Espanha na prorrogação

Quase. Foi isto que separou o técnico brasileiro Joel Santana do terceiro lugar na Copa das Confederações de 2009. Jogando em casa, a África do Sul conquistou um empate heróico no tempo regulamentar por 2 a 2 contra a poderosa Espanha, mas sofreu um gol na prorrogação e ficou apenas na quarta posição do torneio.

Após um primeiro tempo morno, Katlego Mphela, que começou a partida no banco de reservas, abriu o placar para os Bafana Bafana aos 28 minutos da segunda etapa, após uma desatenção da defesa espanhola. Mas Daniel Güiza marcou aos 42 e 44 e fez o estádio Royal Bafokeng calar por quatro minutos.

Isto porque aos 48 minutos, o mesmo Mphela cobrou falta no canto de Cassilas e garantiu o empate para os anfitriões no tempo regulamentar, o que levou o jogo para a prorrogação.

No tempo extra, a África até teve boas chances teve boas chances, mas acabou sofrendo 3 a 2 em uma falta batida pelo volante espanhol Xabi Alonso, que colocou no canto esquerdo do jovem goleiro Khune, que foi atrapalhado por Llorente, que fez o movimento da cabeçada, sem tocar na bola.

O jogo

Logo no começo da partida, o time misto da Espanha mostrou a força de seu ataque titular e nos primeiros dez minutos criou duas ótimas chances com o David Villa, que concluiu para fora em ambas.

Apenas aos 13 minutos que a África do Sul foi incomodar o goleiro Iker Casillas, quando Siphiwe Tshabalala levantou na área e o zagueiro Matthew Booth cabeceou para fora. Aos 19, o Villa puxou contra-ataque, mas foi interrompido pelo zagueiro Makoena.

E conforme o tempo ia avançando, os africanos iam melhorando na partida, especialmente nos bons lances de Tshabalala, que sempre eram interrompidos nas ótimas defesas de Casillas.

Já a Espanha, buscava contra atacar, e nos poucos chutes que arriscavam, o jovem goleiro Itumeleng Khune mostrou boa presença para segurar o ímpeto dos europeus. Durante a primeira etapa, foram apenas três chutes e escanteios em prol dos africanos, contra apenas um chute e escanteio dos espanhóis.

No começo do segundo tempo, assim como no primeiro, a Fúria começou pressionando. Logo aos 2 minutos o meia Sergi Busquets chegou a marcar um gol, mas em clara posição de impedimento, que foi assinalado pelo árbitro auxiliar.

Foi então que Vicente Del Bosque realizou alterações em sua equipe. Ele sacou o discreto Fernando Torres e David Villa, que após um começo promissor, desapareceu na partida, e colocou o meia David Silva e o artilheiro Daniel Güiza. Em contrapartida, Joel Santana sacou Steven Pienaar e Modise para colocar Van Heerden e Katlego Mphela.

E as alterações mostraram a estrela dos dois técnicos. Aos 28 minutos, Mphela recebeu um cruzamento da esquerda entre os zagueiros espanhóis, dominou dentro da pequena área e chutou no alto para abrir o marcador.

Mas Del Bosque também teve sorte em suas mudanças. Aos 42 minutos, Güiza recebeu lançamento longo de Xabi Alonso, dominou no peito e girou para empatar a partida. Dois minutos depois, o camisa 17 recebeu na intermediária e tocou de cobertura para virar o placar, aos 44 do segundo tempo.

Após sofrer a virada em menos de cinco minutos, parecia que era o fim para os Bafana Bafana. Parecia. Pois aos 48 minutos, Mphela foi cobrar falta de frente para o gol e chutou forte para colocar no canto direito de Casillas: era o empate heróico dos anfitriões.

Prorrogação

E assim como nos outros períodos, a Espanha começou em cima durante o tempo extra. Logo aos 5 minutos, Capdevilla cruzou e acertou o travessão de Khune. Mas na sequência Mphela ficou frente a frente com Casillas e chutou fraco para o espanhol defender com os pés.

Durante o primeiro tempo da prorrogação as chances mais claras foram da África do Sul, só que o time de Joel esbarrou na ineficiência de seus atacante e na competência de Iker Casillas.

No segundo tempo da prorrogação, aos 2 minutos, Xabi Alonso cobrou falta da entrada da área, Llorente passou pela bola sem toca-la e enganou Khune, que foi vazado pela terceira vez.

Popularity: 1% [?]

Notícias Relacionadas:

  1. Pato marca no fim e Milan vence Fiorentina de virada
  2. Santos perde do Vitória, mas levanta caneco inédito
  3. Sub-17 do Brasil estreia com vitória no Mundial
  4. Brasil estreia contra a Venezuela pelo um tri inédito
  5. Brasil vence Cuba com direito a virada dramática

Comentários:

Novo comentário: