Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Joel Santana é oficialmente apresentado no FlamengoDjokovic desbanca Messi e leva prêmio Laureus de 2011Álvaro jura jamais revelar verdadeiro segredo de Tereza Cristina em Fina EstampaAdolescente chileno mostrará na Campus Party alarme de tremor que tuítaCecierj oferece18 mil vagas para o pré-vestibular socialPrivatização de aeroportos gera arrecadação de R$ 24 bi em leilãoOperação ‘Tapa Buracos’ e limpeza nas ruas de ItaperunaClássico: Flamengo e Botafogo empatam no EngenhãoDesvio na Rodovia BR-356 em Três Vendas deve ser concluído até o dia 11/02Motociclista supostamente ‘embriagado’ atropela pedestre em Itaperuna

Outro preso por compra de voto foi nomeado por Rosinha

17 de abril de 2009 Política

Assim como Thiago Calil, subsecretário adjunto de Governo, outro preso pela Polícia Federal (PF) durante a “Operação Cinquentinha” tem cargo no governo Rosinha. No dia 31 de janeiro, Assis Gomes da Silva Neto foi nomeado DAS-7 através de publicação no Diário Oficial na portaria 0722/2009. O salário mensal respectivo ao cargo é de R$ 1.342,68 e, por determinação da prefeita, seria retroativo a 1º de janeiro.
Em análise aos documentos apreendidos na operação, a PF constatou que Assis Gomes da Silva Neto, foi nomeado pela prefeita Rosinha Garotinho – beneficiária pelo crime eleitoral – como Supervisor de Serviços Municipais de Vila Nova, justamente a localidade em que os três suspeitos foram presos na segunda-feira.

O jornal com a publicação foi apreendido na casa de José Geraldo Calil, pai de Thiago Machado Calil, nomeado subsecretário adjunto de Governo, na portaria 002/2009. Após ser preso, Thiago Calil foi afastado de suas funções pelo secretário Roberto Henriques “até que sejam concluídas as investigações da Polícia Federal”. Assis Neto é apontado pela PF como “braço direito” de Calil.

De acordo com o delegado titular da Polícia Federal, Paulo César Cassiano Júnior, “o fato de Assis ter sido nomeado com cargo de comissão leva à presunção de que ele goze de confiança do governo e, conseqüentemente, da prefeita”. Apesar disso, Paulo Júnior destacou que não há provas do envolvimento de Rosinha no esquema. Ele ainda destacou que, a partir de agora, o foco das investigações é a descoberta da origem do dinheiro pago aos eleitores pela compra de votos.

- Ele era uma espécie de representante do governo na localidade, quem atendia às necessidades da população ou levava as demandas às respectivas autoridades. Não precisa ser delegado da Polícia Federal para presumir que a pessoa que ocupa um cargo deste goza de certa confiança do governo. É certo que a prefeita foi beneficiária do esquema, mas ela só pode ser indiciada se houver provas concretas do envolvimento direto no ato ilícito – explicou o delegado.

Além de Rosinha, o vereador Marcus Alexandre (PT do B) também teria sido beneficiado no esquema.

Tatiana Freire e Suzy Monteiro
Folha da Manhã

Popularity: unranked [?]

Notícias Relacionadas:

  1. Investigação sobre compra de votos
  2. Presos por compra de voto na “Cinquentinha” são soltos
  3. Ex-subsecretário de Rosinha indiciado pela PF por compra de votos
  4. Ministério Público denuncia 21 suspeitos por compra de votos em Campos
  5. Apenas 25% dos acusados por compra de voto são indiciados

Comentários:

Novo comentário: